Sangue.

 

Nas veias do mundo sou um glóbulo vermelho

Sangue que corre sujo, pelos caminhos liguentos desse mundo fétido e úmido

Vírus tentam me impedir a cada instante

Batalhas violentas eu travo em meio ao caos

Balas perfuram o corpo e eu jorro para o lado de fora

E descubro

Que o mundo fétido onde vivia não era nada comparado ao que existe aqui fora.

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